É sensato deixar a outra parte salvar a face. Muito conflito seria amainado se nos lembrássemos desta singela ideia. Não ser garganeiro. Na Guerra de 1914-18, a Alemanha não teve mais culpas do que os vencedores, mas o Tratado de Versailles foi estupidamente punitivo, os alemães eram mesmo para pisar. Nem vinte anos volvidos, soavam de novo os tambores da guerra, com o lindo resultado que se viu. E aí, metendo a Segunda, a Alemanha cometeu crimes à séria, atropelou tudo e todos. Estava, para usar a mais sórdida expressão portuguesa, a pedi-las. Só que desta vez os Aliados aprenderam a lição. Não pisar, ajudar a levantar, trazer pouco a pouco para o nosso lado, daria melhores resultados. A cenoura revelou-se melhor que o chicote. E, em vez de humilhação, houve generoso plano de reconstrução.
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Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
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Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
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