“Somos uma nação pequena, mas temos um coração muito grande.” Quem foi que disse estas belas palavras? Um dos patrioteiros do costume? Um candidato presidencial? Um malandrim que não gosta de Saramago porque, além de ‘comuna’, tem demasiadas vírgulas? Nada disso. Foi um miúdo dos sub-17 agora Campeões Mundiais, o goleador Anísio Cabral. E, sim, aqueles miúdos demonstraram um coração enorme. O futuro está por escrever, embora para eles se mostre risonho. Alguns talvez fiquem pelo caminho. A vida, além de milagres, tem desaires. Penso no recente caso de Diogo Jota, que ainda tinha cara e alegria de miúdo, embora já fosse pai.
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