Apagão é a palavra do ano. Por causa daquele em abril, quando faltou a eletricidade durante horas, que levou alguns a fazerem de novo fila para o papel higiénico, enquanto outros redescobriam as alegrias de beber uma cerveja (morna) com os vizinhos. Esse foi suave. Para mim, o verdadeiro apagão foi este agora nos últimos dias de dezembro, com aquele português que nos Estados Unidos destruiu várias vidas, além da de um ex-colega, quiçá por imaginar que lhe tinham destruído a sua.
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Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
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