A 25 de abril, com a Revolução, acabou a censura. A Constituição consagrou a liberdade de expressão como direito fundamental. No entanto, as pessoas têm medo de falar livremente. Os estudantes inibem-se de criticar um professor injusto, com receio de retaliação nas notas. Um funcionário num pequeno concelho não denuncia irregularidades do presidente de câmara. Teme ser perseguido profissional e até socialmente. E mesmo os que têm coragem e intervêm a outro nível, sofrem. Há múltiplos exemplos de jornalistas processados em Tribunal. O mesmo acontece com activistas que denunciam corrupção. Há que inverter esta situação e aplicar de forma geral a (boa) legislação que protege denunciantes. E urge transpor para Portugal, de forma exigente, a directiva europeia anti-SLAPP (strategic lawsuit against public participation) que condena o uso de tribunais para perseguir activistas e jornalistas. E, enfim, encontrar a coragem escondida, porque só esta combate verdadeiramente o medo.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A Constituição consagrou a liberdade de expressão como direito fundamental
Férias de Páscoa. Para muitos milhares de estudantes do 12.º ano, a pausa é sinónima de viagem de finalistas.
Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado.
Face a todas estas aberrações, é frustrante a inoperância do Estado.
São trabalhos hercúleos, mas a oportunidade é única.
A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos