São aos milhares: donos de pequenas e microempresas que canalizam as suas despesas pessoais para as contas da empresa. Pagam almoços e viagens com o cartão da empresa, oferecem carros aos filhos por conta da sua sociedade. Fogem assim alegremente ao fisco. Noutro âmbito, são inúmeros os automobilistas que estacionam em segunda fila ou até em locais proibidos; bloqueiam passadeiras e passeios e desculpam-se porque o estacionamento público é caro. A somar a estes delitos comuns, ainda há situações de famílias que declararam moradas erradas para inscrever filhos em escolas públicas com melhor reputação, professores que dão explicações sem passar recibos ou até médicos que, trabalhando em exclusividade em hospitais públicos, acumulam em clínicas privadas, cobrando honorários em nome de empresas fictícias.
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Face a todas estas aberrações, é frustrante a inoperância do Estado.
São trabalhos hercúleos, mas a oportunidade é única.
A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo.
Ministro da Administração Interna deve extinguir os serviços 'gratificados'
Para o Chega, quanto pior, melhor. Grita, mas não quer que a corrupção acabe, pois é desta que se alimenta o seu populismo.
Escolas básicas em Portugal estão muito aquém do que os cidadãos necessitam para a sua formação completa.
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