Absolutamente inúteis. Assim são vários órgãos desta República. É, por exemplo, o caso do Conselho de Estado, órgão que supostamente aconselha o Presidente. Nele têm assento altas figuras do Estado, personalidades e até lobistas como Lobo Xavier. Mas como o PR não necessita de recomendações formais, este Conselho é assim apenas uma espécie de corte de bajulação mútua. Supérfluo é também o Conselho Económico e Social. Funciona como uma câmara corporativa onde se instalam interesses de patrões, sindicatos, sector social e associações de vário tipo, em detrimento dos interesses do Povo. Outro exemplo é o Tribunal Constitucional que, com juízes nomeados pelos partidos, não é, de facto, independente e representa a subjugação do poder judicial ao legislativo. A sua missão principal – avaliar da Constitucionalidade das Leis – deveria caber ao Supremo. Estes órgãos do Estado que só servem para complicar e garantir regalias diversas aos seus membros, devem ser eliminados.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo.
Ministro da Administração Interna deve extinguir os serviços 'gratificados'
Para o Chega, quanto pior, melhor. Grita, mas não quer que a corrupção acabe, pois é desta que se alimenta o seu populismo.
Escolas básicas em Portugal estão muito aquém do que os cidadãos necessitam para a sua formação completa.
De privado em privado, até à alienação a estrangeiros, Portugal perde assim de golpada um sector tão estratégico como o da energia.
Privatização de empresas públicas estratégicas tem tido resultados catastróficos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos