As chamadas baixas psiquiátricas estão a crescer de forma desregrada. As consequências são a degradação dos serviços e custos financeiros incalculáveis para o Estado. A saúde mental é hoje uma das principais causas de absentismo. É certo que há casos reais de doença, mas também muitos trabalhadores que apresentam atestados - por “patologia depressiva e exaustão” - não estão doentes. Estão apenas cansados, descontentes com a chefia ou com as funções. Assim, alegam doenças do foro psíquico e vão para casa descansar ou só evitar situações desagradáveis. Os que recorrem a esta prática nada séria desculpam-se com a gestão errada de recursos humanos ou falta de liderança dos dirigentes. E há consequências! Degradam-se os serviços por falta de pessoal e o Estado tem graves prejuízos, em subsídios e medicamentos. O recurso fraudulento a baixas psiquiátricas é um desrespeito por parte dos próprios e dos médicos que o atestam. E uma afronta àqueles que estão verdadeiramente doentes.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
É preciso mais seriedade nas obras públicas.
O TC é um Tribunal de partidos, está descredibilizado, deveria ser extinto.
A Constituição consagrou a liberdade de expressão como direito fundamental
Férias de Páscoa. Para muitos milhares de estudantes do 12.º ano, a pausa é sinónima de viagem de finalistas.
Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado.
Face a todas estas aberrações, é frustrante a inoperância do Estado.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos