Ricardo Salgado está condenado a várias penas de prisão. Sentenciado em seis anos e três meses de prisão efectiva por corrupção activa no caso EDP; em oito por abuso de confiança, por desviar mais de dez milhões do antigo BES. Mas não é preso, porque a Justiça, fraca com os fortes, não tem coragem. Há sempre um (conveniente) incidente que evita a detenção de Salgado. Ora há recursos esquecidos que ressurgem, ora faltam perícias sobre o Alzheimer do banqueiro. Há sempre desculpa para manter Salgado livre da prisão. Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado. E bastará o Presidente do Supremo e o Procurador-Geral convocarem, para uma mesma reunião, Juízes e Procuradores intervenientes nos casos (Primeira Instância e Relação). Tramitem, sem delongas, os processos entre si, sem as habituais e burocráticas diligências, certifiquem os documentos na mesma hora. De seguida, podem emitir o mandado de detenção e a Polícia deve, de imediato, ir buscar Salgado a casa.
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Acabe-se com a impunidade. A Justiça tem de deter Salgado.
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