O país mais afetado pela Covid-19 viu disparar durante a pandemia a taxa de desemprego que é hoje a pior desde a Grande Depressão e ambas as circunstâncias conjugam-se em ano de eleições nos EUA. Candidato à reeleição, Donald Trump tinha consolidado, até ao descalabro do coronavírus, a sua base eleitoral constituída por aqueles que querem os EUA grandes, de novo, sustentados por políticas que estigmatizam imigrantes, reafirmam a supremacia branca e diabolizam a imprensa livre que ousa escrutinar o errante presidente.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Engenheiro, filho de jornalista, como gosta de referir, Moedas tropeçou no léxico.
Reunião trouxe pouco mais que zero às expectativas dos ucranianos.
Não é admissível que novas rondas excluam governantes ucranianos.
Nayib Bukele, o ditador ‘cool’ de El Salvador é hoje o idiota útil da ignominia de Donald Trump.
Reconhecer que algo falhou e não se demitir é não aceitar as consequências de suas ações.
A incursão patética de Puigdemont não achincalhou apenas Madrid, colocando em causa a autoridade do Estado.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos