O julgamento de José Sócrates entrou numa encruzilhada sem fim e tornou-se num autêntico caso de pescadinha de rabo na boca. O entra e sai de advogados levou a que o caso fosse suspenso pela segunda vez. A nova advogada queria agora um prazo de cinco meses para consultar o processo. O tribunal concedeu dez dias, mas certamente que os incidentes neste caso não se vão ficar por aqui.
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