Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Há uns anos, a leitura dos jornais de fim-de-semana (por assinatura na papelaria de Caminha), uma passagem de olhos pela televisão (sem som) e a bisbilhotice familiar à mesa do almoço de domingo bastavam para me considerar um cidadão informado e capaz de manter uma conversa sobre o andamento das coisas.
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No século da inteligência artificial sou um sobrevivente do tempo em que ainda duvidávamos da inteligência humana
O Tio Alberto gostava de café “con unas gotitas” e tomava-o nessas peregrinações plebeias pela Galiza.
Achava que os rios eram interessantes consoante a temporada da lampreia ou da truta
Por sermos leais ao passado, não há escolha quando se trata de boa educação.
Era bom para peregrinos de Castro Laboreiro ou frades eremitas de Rendufe.
Não gostava de nêsperas e tinha um certo desprezo por legumes no prato, tratando-os como um apenso decorativo.
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