Fábio Paim era em 2004 uma das maiores esperanças da formação do Sporting. Na altura, o clube de Alvalade dominava completamente o setor, e ao talentoso extremo eram apontados altos voos. Havia quem lhe antevisse um futuro ao nível de Cristiano Ronaldo. Estavam desatentos. Porque também havia na estrutura leonina quem duvidasse da cabeça do miúdo. Fábio tinha talento para chegar aos calcanhares de CR7. Para atingir o resto faltava-lhe… tudo. Da capacidade de concentração a ser um mouro de trabalho. Faltou, também, Dona Dolores e os bons valores incutidos num miúdo que ainda hoje, aos 35 anos, é dos melhores do Mundo.
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