Vamos e venhamos, “a Academia” que atribui os Óscares e organiza aquela cerimónia enfadonha, tem toda a liberdade para fazer as suas escolhas; tem atrás de si uma indústria e um estrelato. A indústria não é inocente, o estrelato está cheio de idiotas, mesmo sendo venerados – os seus prémios e as suas memórias são, portanto, matéria particular. Brigitte Bardot (1934-2025), de quem nos despedimos em dezembro passado, não foi um produto de Hollywood; aliás, no único projeto de Hollywood em que participou (um filme com James Stewart), obrigou a equipa de filmagens a ir a Paris porque ela não ia a Los Angeles. O que fez a Academia? Ignorou a morte de Brigitte Bardot, que esteve nos filmes ‘E Deus Criou a Mulher’, ‘A Vida Privada’, ‘O Desprezo’ ou ‘Viva Maria’. Há suspeitas de “motivos políticos” que não me interessam. “Esquecer” o adeus a BB, “a Bardot”, no seu balanço do ano, foi uma coisa apropriadamente americana. Não, Bardot nunca pertenceu àquela indústria. Era de uma outra beleza intensa que não se reescreve.
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