68 corresponde ao somatório das 24 horas dos sete dias da semana e ultrapassa o número de horas mensais previsto na Lei do Trabalho. Neste número incluem-se as horas de trabalho efetivo e aquelas onde inúmeros investigadores da PJ se encontram de prevenção durante toda a semana, para lá do horário normal, e onde estão à disponibilidade da hierarquia para ocorrer a locais de crime onde é imprescindível a recolha imediata de prova. O crime não tem hora e, para os investigadores da PJ, o descanso e o gozo de momentos de lazer ou de convívio acabam por ficar para segundo plano.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos