Na semana em que se comemoram os 77 anos da PJ, também se celebra a memória daqueles que edificaram a reputação da instituição. Nunca será demais relembrar o contributo supremo dos heróis que tombaram em serviço, bem como a abnegação daqueles que, até ao dia em que partiram, transportaram entalhadas no corpo e na alma as cicatrizes do cumprimento da missão.
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Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
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