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Eduardo Caetano Sousa

Coronel

Caminhos de Pequim

23 de maio de 2026 às 00:30

Nos últimos dias todos os caminhos foram dar a Pequim. As Cimeiras na China trouxeram as relações internacionais para o topo da agenda mediática. Não houve fumo branco, nem cachimbos da paz, nem era esperado que houvesse, mas também delas não resultaram 'batuques de guerra'. Apenas a frieza e o cinismo da dita cooperação estratégica e dos interesses geopolíticos. A “parceria estratégica” entre a Rússia e a China faz o seu caminho procurando contrariar o espaço geoestratégico de dominação americana no mundo. Uma ordem mundial multipolar favorece os desígnios de russos e chineses, num modelo construído à sua maneira. No entanto, esta parceria parece apresentar um desnível de confiança cada vez mais difícil de esconder: a China assume-se por vezes como o parceiro maior e sem obrigações e isso parece 'enervar' a Rússia de Putin, como referem alguns analistas. E se a lógica  de Trump pode manter um tempo de tréguas sobre a competição comercial, tarifas, tecnologia avançada e interesses económicos comuns, existem matérias que são do domínio do poder nacional. Taiwan será sempre uma cartografia estratégica de elevado valor na 'ordem de batalha' das ambições de Pequim. 

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