O atual sobressalto do sistema internacional não deixa ninguém indiferente. Das Organizações Internacionais, aos Estados e às pessoas, que somos todos nós. Até o próprio Papa Leão XIV foi atingido pela fúria destemperada de Donald Trump. Não bastava a guerra na Europa, para além de outras por esse mundo fora, para agora se reacender o Médio Oriente. Na verdade a guerra entre o Irão e os Estados Unidos e Israel e a guerra no Líbano entre o Hezbollah e Israel, são guerras e confrontos anunciados. Nada de significativo mudou desde 2006 e até muito antes. Por essa altura Henry Kissinger dizia: “o cessar-fogo não põe fim à guerra, inaugura uma nova fase”. O Líbano é um pequeno território, mas um grande vulcão de teste aos desafios de todos os poderes e influências. Por ali traficam-se ideias, estratégias, sonhos e esperança, vidas desesperadas, milhares de refugiados, mas também armas (muitas), drogas, ódios e tudo o que faz deste Estado um enigma para a paz. E claro, o Hezbollah, liderado por Teerão, o seu maior desafiador, tendo como foco de vida o inimigo existencial, Israel. Os cessar-fogos em curso são ainda uma esperança para a dita paz na região. Nem que seja “por enquanto”.
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O Líbano é um pequeno território, mas um grande vulcão de teste aos desafios de todos os poderes.
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Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
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