Negociar. Essa é a palavra-chave para sair das guerras e conflitos que se arrastam. A realidade que vivemos hoje estava bem distante de ser sonhada em décadas do passado recente. Uma Europa acossada pela permanente ameaça da Federação Russa. Uma guerra de apropriação territorial em pleno coração da Europa, batizada de “Operação Militar Especial”. A Ucrânia quer negociar, certamente que a Rússia também o quererá, à sua maneira. A Europa gostaria de poder negociar, mas está longe de poder assumir essa pretensão. Falta-lhe o exame de acesso ao poder de dissuasão, imposição e vontade.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O Médio Oriente tem um condão intemporal: perturba-nos a todos.
O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.
O respeito pelo Direito Internacional é ir ao encontro da segurança.
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos