page view

Eduardo Caetano Sousa

Coronel

Batalha decisiva

07 de março de 2026 às 00:30

O Médio Oriente está em chamas. As imagens que correm mundo, frenéticas e ao segundo, aceleram a preocupação de todos. Parece que afinal o mundo está em chamas. Na verdade este é um conflito limitado, mas muito perigoso, porque é uma batalha decisiva. Um dramático ajuste de contas. Entre o Irão, liderado por religiosos extremistas que desde 1979 procuram exportar a sua revolução, as suas ambições territoriais e os seus ódios para toda a região e os principais inimigos que cedo instituiu, Israel e os EUA. Mas também muitos dos Estados árabes. O atual Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel e do seu povo da face desta região. Internamente o povo iraniano sempre viveu sem liberdade, sem direitos humanos, muito em especial as mulheres. Para alcançar o seu plano expansionista, em conjunto com os seus “proxies”, do Líbano a Gaza, do Iraque ao Iémen, construiu milhares de misseis de longo alcance, muitos milhares de drones e tentou obter a tal arma nuclear. A mãe de todas as armas destrutivas. Sempre com cenários ofensivos. Agora o embate em modo decisivo, onde os desejados caminhos para a paz se escondem em tempos de guerra.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Batalha decisiva

O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.

Transição

Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.

Ideias

Para trás parece ficar a Ucrânia, de negociação em negociação.

O Correio da Manhã para quem quer MAIS

Icon sem limites

Sem
Limites

Icon Sem pop ups

Sem
POP-UPS

icon ofertas e descontos

Ofertas e
Descontos

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8