O Médio Oriente está em chamas. As imagens que correm mundo, frenéticas e ao segundo, aceleram a preocupação de todos. Parece que afinal o mundo está em chamas. Na verdade este é um conflito limitado, mas muito perigoso, porque é uma batalha decisiva. Um dramático ajuste de contas. Entre o Irão, liderado por religiosos extremistas que desde 1979 procuram exportar a sua revolução, as suas ambições territoriais e os seus ódios para toda a região e os principais inimigos que cedo instituiu, Israel e os EUA. Mas também muitos dos Estados árabes. O atual Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel e do seu povo da face desta região. Internamente o povo iraniano sempre viveu sem liberdade, sem direitos humanos, muito em especial as mulheres. Para alcançar o seu plano expansionista, em conjunto com os seus “proxies”, do Líbano a Gaza, do Iraque ao Iémen, construiu milhares de misseis de longo alcance, muitos milhares de drones e tentou obter a tal arma nuclear. A mãe de todas as armas destrutivas. Sempre com cenários ofensivos. Agora o embate em modo decisivo, onde os desejados caminhos para a paz se escondem em tempos de guerra.
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