Os conflitos e as guerras não dão descanso. O sistema internacional dá voltas e voltas e tudo parece estar em modo de crise ou de inação acelerada. A começar pelas Organizações Internacionais, com a ONU à cabeça e com eleições à vista para secretário-geral. Mas é a ação política e a conduta do Presidente dos EUA que nos absorve e nos “leva do céu à terra” em modo instantâneo e onde tudo se contradiz. O Estreito de Ormuz, Teerão, o sul do Líbano, Kiev ou Odessa e tudo o resto partilham a mesa da nossa atenção. As estratégias em confronto aceleram o compasso da incerteza e acrescentam dúvidas à ordem internacional que conhecíamos. A Europa não tem pressa, mas desdobra-se em múltiplas hesitações sobre o caminho a trilhar e o seu futuro, a partir de agora sem a desculpa de Viktor Orbán. A guerra na Ucrânia dita-nos um impasse sem visibilidade percetível. As partes tardam em encontrar respostas e a Rússia ajusta o tempo que lhe convém. A atual guerra no Médio Oriente ajuda a esquecer a Ucrânia e retira os EUA do foco europeu e mesmo asiático. Prolongar a atual guerra no Médio Oriente não beneficia os EUA, mas uma saída apressada só piorará e muito a estabilidade regional.
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A Europa não tem pressa, mas desdobra-se em múltiplas hesitações.
O Líbano é um pequeno território, mas um grande vulcão de teste aos desafios de todos os poderes.
O Médio Oriente tem um condão intemporal: perturba-nos a todos.
O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.
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