Tudo está em aberto. Procuram-se soluções e pontos de entendimento. Se possível acordos. As expetativas oscilam ao sabor dos interesses geopolíticos. O carrossel de incertezas e dúvidas não desiste de dar voltas. Tudo isto afeta o sistema internacional, a economia global, e no fim da linha, as nossas vidas e a perceção do futuro. A Europa tem desafios de sobra, mas o mais dramático – a guerra na Ucrânia -, não tem um fim à vista. Não bastavam os melindres de segurança e defesa causados pela agressão da Rússia, e eis que se juntam agora os contratempos das posições do Presidente Donald Trump sobre a NATO e sobre a Europa. Para não falar da Gronelândia! Também na Venezuela e em Cuba o futuro corre ao sabor das investidas dos EUA. Estes dois regimes autoritários, estão na mira dos desígnios militares e do estrangulamento político e económico dos EUA, regimes onde também reina o desnorte e a ausência de certezas. Mas claro, no Médio Oriente, de Gaza a Israel, do Líbano aos Estados do Golfo, tudo é ainda muito nebuloso e sem rumo. O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra. Resta-me, ainda assim, desejar uma Páscoa Feliz para todos.
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O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.
O respeito pelo Direito Internacional é ir ao encontro da segurança.
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
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