É tempo de dar primazia aos planos de paz para a Ucrânia e Médio Oriente. Mas sabemos como tudo é difícil no mundo geopolítico que nos rodeia. Os otimistas projetam algures uma boa nova, os pessimistas dirão até à exaustão, que sempre assim foi. Ideólogos e estrategas partilham cenários e princípios, enquanto ativistas levantam bandeiras e derrubam castelos imaginários. Neste mundo de potências e atores internacionais, ou melhor de interesses, negoceia-se sempre num processo de pressão e imposições pautadas. Por norma os mediadores assumidos, ilustram vontade e capacidades específicas, atributos demasiado ausentes nas políticas da Europa, China e muito em especial da ONU. Num Médio Oriente envolto num turbilhão de dúvidas, o Irão é o vencido de uma guerra que sempre procurou. Os limites da sua obstinação militar e ideológica chegaram ao fim. No conflito na Europa, os intentos da potência agressora, a Rússia, não foram amplamente reconhecidos, em função da resistência da Ucrânia e do apoio Ocidental, e deste modo as negociações demonstram ser tudo menos fáceis. Por isso esta guerra arrasta-se pelo tempo. Os planos de paz cruzam, como sempre, os amplos caminhos da incerteza.
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Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
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