Os conflitos que hoje perduram no nosso horizonte mediático dão-nos tudo menos a certeza do seu fim. Da Ucrânia ao Médio Oriente e em particular em Gaza, batalha-se pela conquista de objetivos, impondo-se a crueza da guerra. Entre cedências e ganhos, pugna-se pelas garantias de segurança. Quem as garante? Sem elas, a Ucrânia que sair do pós-guerra poderá sucumbir mais tarde ao arbítrio voraz das intenções da Rússia. Os EUA de hoje não demonstram essa vontade, logo a NATO terá sempre dificuldade em assumir essa tarefa no âmbito da segurança e defesa. A União Europeia não parece capaz dessa missão, restando assim a coligação de países que agrupa na sua liderança as principais potências europeias (Alemanha, França, Reino Unido e Polónia). No Médio Oriente, Israel debate-se com a sua solidão e ameaças à segurança e defesa (ou melhor à sua existência) e tem a garantia única dos EUA. Resolver a situação de Gaza é mais que um imperativo. Colocar o reconhecimento intempestivo do Estado Palestiniano, no centro da política internacional, para o fim da guerra em Gaza, e nesta fase, pode vir a favorecer os extremismos de ambos os lados. Veremos quem poderá dar essas garantias!
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O modo como o Irão irá aceitar o seu futuro, marcará o compasso da paz ou da guerra.
Os planos de paz cruzam os amplos caminhos da incerteza.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.
O respeito pelo Direito Internacional é ir ao encontro da segurança.
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos