O conflito entre Israel e os palestinianos e a guerra na Faixa de Gaza condicionam o mundo. Agitam todos nós. A realidade e a perceção mediática dão-nos diariamente um palco sem bastidores. As trincheiras das certezas e dos ativismos estão repletas. Todos exibem uma opinião. Mesmo que muitos desconheçam a história próxima ou mais longínqua de toda esta disputa. Como Dennis Ross referiu “não se pode mediar nenhum conflito, se não se perceber a narrativa histórica de cada lado”. É verdade, mas aqui o pior é que cada lado rejeita compreender qualquer narrativa que não seja a sua. Os palestinianos, na sua maioria, ao assumirem a causa desde sempre, do não reconhecimento do Estado de Israel, dando prioridade à sua destruição, prolongam o modelo de vítima e o vazio da paz para os limites do impensável. Alguns dos atuais poderes na Europa desfocam a resolução geopolítica deste dramático confronto. Querer atalhar um longo conflito de gerações, como este, sem estancar primeiro as feridas de Gaza, decorrentes do 7 de outubro, é contrariar o sábio ditado popular de “colocar o carro à frente dos bois”. É tempo de edificar um palco de paz, de vida e segurança, nesta região.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Tudo parece em transição, em especial a ordem internacional.
A Rússia tem de ser confrontada política e diplomaticamente pela Europa.
A resolução da guerra na Europa tem marcado passo.
Para trás parece ficar a Ucrânia, de negociação em negociação.
Ganha projeção uma ordem multipolar de contenção
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos