O desaparecimento de uma pessoa é um facto. Não é, sem mais elementos, um crime, um tipo legal (recorde-se que há muitos ‘desaparecimentos’ voluntários). A resposta do sistema tende a oscilar entre dois extremos: ou como ‘ocorrência diversa’, com recolha informal de informação e meios limitados, ou se força uma tipificação prematura – homicídio, sequestro, rapto – apenas para justificar a ‘notícia de crime’ e concomitante abertura de inquérito.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Gestão de recursos humanos não pode continuar a assentar em correções sucessivas.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Não faltam regras, mas sim decisão política.
Problema: é nestes escassos quadros que se procura um novo DN.
Há hoje condições para construir soluções equilibradas.
Não se compreende como é que a tutela é tão resistente em ouvir a ASFIC/PJ.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos