Na semana em que se comemorou o dia internacional das mulheres, no qual se relembram as lutas sociais, políticas e económicas que estas encetaram para que lhes fosse garantida a tão pretendida igualdade, fazemos aqui constar que, pelo menos na Polícia Judiciária, esse desejado patamar foi atingido há mais de 20 anos por força dos entendimentos vigentes.
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Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
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