O futuro da Ucrânia está dependente da ciranda negocial em curso. Trump apresentou à Ucrânia, por alegada sugestão russa, uma proposta de paz com 28 pontos. Desse texto, cujo teor já é conhecido, constavam exigências várias tais como a realização de eleições dentro de 90 dias; a perda de território ucraniano em favor da federação Russa; a desmilitarização da Ucrânia; a proibição desta aderir à NATO; o regresso à língua russa etc. Seguidamente, Kiev contrapropôs a redução daqueles 28 pontos para 19.
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Situação inédita em que um Estado membro da NATO se propõe atacar outro.
Seria legítimo perguntar se os fins justificam os meios.
A pedra de toque usual são os votos de paz, progresso e harmonia
Putin não cede em nada que não seja uma capitulação da Ucrânia.
O fator humano é fundamental nos Estados democráticos.
Papa insistiu sempre nos temas da Paz, da Reconciliação e da unidade dos cristãos “ao serviço da Humanidade”.
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