Tudo indica que, finalmente, foi possível chegar a um acordo sobre o conflito da Faixa de Gaza nas conversações que decorreram na estância turística de Sharm El Sheik, no Egito. Há que reconhecer que este desfecho foi possível não só graças às insistências do presidente do Estados Unidos, Donald Trump, e da sua equipa de conselheiros, mas também por o acordo haver conseguido o apoio dos grandes 'pesos pesados' do mundo islâmico e levantino tais como o Egito, a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar e a própria Indonésia.
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