Muito boa gente queixa-se de não se lembrar bem de um dia-a-dia sem máscaras e distanciamento social. Não deixa de provocar estranheza ver imagens de eventos do passado recente, onde as pessoas se concentravam juntas umas às outras e sem máscaras. Não nos lembramos bem, e se tudo continuar a melhorar, daqui a um ou dois anos também já não nos vamos lembrar de muitas rotinas desta pandemia. Hoje parece que não será assim, mas é apenas o peso do momento a enviesar o que pensamos. Ficarão práticas e comportamentos, mas não ficará uma história do que se passou. Ficarão muitas histórias. Ficará sobretudo um mundo focado noutro presente, de novo absorvido pelo momento.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
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