É melhor uma pessoa dar-se com gente agradável do que desagradável, mas tudo tem os seus limites. Ser agradável, especialmente ser muito agradável, nem sempre é o melhor, nem sempre é bom sinal. Se ser responsável, escrupuloso, autoconsciente, assim como ser aberto a novas experiências, são traços de personalidade que ajudam a ser mais bem remunerado na vida profissional, já o ser agradável, ser uma pessoa amável e simpática para os outros, ser alguém com quem se gosta de estar, pode não ajudar assim tanto. Uma investigação do European Commission Joint Research Centre, publicada este ano, mostra que este traço de personalidade, a agradabilidade, assim como o traço da neuroticidade, isto é, a baixa estabilidade emocional, tendem a estar associados a ordenados mais baixos.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
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