Desordem gera desordem. Esta foi a conclusão de uma teoria que nasceu em 1982 e que tinha como objetivo mostrar que se uma janela de um edifício estiver partida, sem que seja arranjada num curto espaço de tempo, a tendência é que outras venham a ser quebradas, numa cascata que terminará com a destruição do local.
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Num contexto de alterações climáticas, temos de estar preparados para novas catástrofes.
Como sociedade, temos de crescer em conjunto.
Este aproveitamento miserável de uma situação de calamidade pública clama por justiça.
Já a Kristin se tinha ido embora e ainda havia – e há – pessoas sem eletricidade.
No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
Distração profunda, cegueira ideológica ou simples desconexão?
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