António Marçal
Presidente Sindicato dos Funcionários JudiciaisNo intricado cenário do sistema judiciário, um problema persistente e crescente desafia a promessa de uma justiça pronta e eficaz. A demora na resolução de processos é uma ferida aberta que afeta não apenas os litigantes, mas a confiança de toda a sociedade no sistema. A persistente falta de vontade do governo em alcançar um entendimento tem alimentado um ciclo de greves dos oficiais de justiça, que continua a prejudicar o sistema judiciário. Os números não mentem. Este impasse leva a que milhões de atos fiquem por praticar, milhares de processos a acumularem-se, as datas de julgamento são adiadas repetidamente, pilhas de documentos acumulados nas secretarias sem o devido registo e andamento, o que leva a prescrições em banda e as partes envolvidas a desesperarem por justiça. Já ninguém compreende a posição do Ministério da Justiça em deixar andar, sem mostrar real preocupação com o que se passa nos tribunais. O Presidente da República também não tem mostrado preocupação, tal assunto não faz parte da sua agenda. A nossa esperança reside na vontade coletiva de construir uma justiça mais célere, eficaz e acessível para todos os portugueses.
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