Rivalidades à parte, desatinos clubistas postos de lado, simpatias ignoradas, torna-se difícil não aceitar os factos quando os factos se apresentam à nossa frente sem dar azo a interpretações de acordo com as conveniências. Sim, falamos de futebol onde as conveniências são muitas e falamos sobre pessoas de futebol cujas palavras nos chegam sempre carimbadas com o selo da inconveniência suprema para as cores alheias. Mas há exceções. Há gente que pelas suas palavras, pelos seus pedigrees, se distingue entre a multidão. Falamos de José Mourinho, o atual treinador do Benfica, e de Morten Hujlmand, o atual capitão do Sporting. A questão do “atual” não é coisa vã. Um dia, Hjulmand deixará de ser jogador e capitão do Sporting e Mourinho deixará de ser treinador do Benfica, é esta a vida das gentes do futebol, um dia num lugar, noutro dia em outro lugar, mas não deixarão de ser, nunca, as pessoas que são hoje. Dois refinados espertalhões.
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Hjulmand provou ser de modos impecáveis
Temo a chegada do dia em que estabelecimentos como estes desapareçam do mapa da minha cidade
Sporting é um caso de estudo.
Sinto-a como um glorioso reduto da Lisboa que vai morrendo para que outra Lisboa nasça
Sigo devotamente os torneios de sumo e digo-o não por presunção, mas porque é esquisito o caminho que me levou até lá.
Os presentes que mais gostei de receber e de que guardo as memórias mais doces.
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