Para quem conhece a província, a nossa esquerda radical faz lembrar uma galinha sem cabeça (desculpa, PAN). A derrota foi pesada. O PS reconheceu-a. E o número de votos e de mandatos aponta para Luís Montenegro como o próximo primeiro-ministro. Mas eis que o galináceo desata a correr pelo lajedo, a espichar moções de rejeição e ‘convergências’ de esquerda, sem perceber que a cabeça ficou lá atrás. Como espectáculo, a coisa diverte e horroriza. Como prova de cultura democrática, também: no original cacarejar de Rui Tavares, os 1,1 milhões de votantes do Chega não passam de uma ilusão de óptica. É formar novas ‘geringonças’ como se eles não existissem. Felizmente, o Presidente da República acabou com o suplício: até prova em contrário, as audições aos partidos terminaram. Será que as galinhas se conformam com o fim funesto da panela?
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