Bruxelas e Paris marcaram a memória europeia. Mas o erro mais perigoso é tratá-las como passado. O terrorismo não ficou em 2015 ou 2016. Evoluiu.A agenda de luta contra o terrorismo da Comissão Europeia parte deste diagnóstico: a ameaça não desapareceu, transformou-se. O risco nasce tanto de redes globais como de indivíduos radicalizados online.
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A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
Não se compreende como é que a tutela é tão resistente em ouvir a ASFIC/PJ.
Mesmo sem o apelo global do petróleo, o estreito era já considerado um ponto essencial para a nossa visão do Oriente
Descuidos na segurança das operações são 'borlas' aos adversários.
Temo a chegada do dia em que estabelecimentos como estes desapareçam do mapa da minha cidade
À ministra, fugiu-lhe a boca para a verdade: vamos esperar e rezar...
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