José Carlos Martins
Presidente do Sindicato dos Enfermeiros PortuguesesDemonstrou que o trabalho por turnos tem consequências na saúde das enfermeiras e na taxa de mortalidade. Nas que trabalham 5 ou mais anos em regime de turnos, a mortalidade aumenta, designadamente por doença cardiovascular. Condena-as a uma vida menos saudável e à morte pela supressão da produção de melatonina.
Em Portugal, num quadro de aprofundamento da carência de enfermeiros e de desregulamentação dos horários de trabalho, com imposição, em várias instituições, de inúmeros turnos sem folgas e turnos de 12 horas, os enfermeiros estarão hoje mais expostos a contraírem doenças e a morrerem mais cedo.
O Ministério da Saúde é o responsável pelo especial risco a que a maioria dos enfermeiros está sujeita. Mas é também o que mais contribuiu para a degradação das condições de trabalho e que, consequentemente, aumenta a exposição dos enfermeiros ao risco.
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