Estas Presidenciais que se concluem no domingo têm sido bastante estranhas. Começaram com um leque de candidatos ecumenicamente classificados entre o “desinteressante” e o “péssimo”, e terminam num acme de agonia sobre o futuro da democracia portuguesa. Deve ser pelo muito mal que disseram de António José Seguro que pessoas tanto de esquerda como de direita entraram agora num PECCATZS (Processo em Curso de Canonização de Tozé Seguro). De repente, o João Pestana da primeira volta transformou-se numa espécie de Mandela de Penamacor ou de organizador de uma Satyagraha entre as Caldas da Rainha e Belém.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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