Estas Presidenciais que se concluem no domingo têm sido bastante estranhas. Começaram com um leque de candidatos ecumenicamente classificados entre o “desinteressante” e o “péssimo”, e terminam num acme de agonia sobre o futuro da democracia portuguesa. Deve ser pelo muito mal que disseram de António José Seguro que pessoas tanto de esquerda como de direita entraram agora num PECCATZS (Processo em Curso de Canonização de Tozé Seguro). De repente, o João Pestana da primeira volta transformou-se numa espécie de Mandela de Penamacor ou de organizador de uma Satyagraha entre as Caldas da Rainha e Belém.
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