A primeira volta destas Presidenciais representa uma grande vitória de António José Seguro. Odiado no seu próprio partido, em especial entre o “costismo/esquerdo-nunismo”, e pela esquerda em geral, acabou como o inevitável candidato da esquerda. Muita gente do PS e da esquerda lá teve de votar nele. Mas muita não o fez. Seguro precisou de votos da direita. Foi na direita que ganhou um certo capital político no tempo da troika, quando apoiou o governo em exercício, mesmo não sendo do seu partido.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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