A primeira volta destas Presidenciais representa uma grande vitória de António José Seguro. Odiado no seu próprio partido, em especial entre o “costismo/esquerdo-nunismo”, e pela esquerda em geral, acabou como o inevitável candidato da esquerda. Muita gente do PS e da esquerda lá teve de votar nele. Mas muita não o fez. Seguro precisou de votos da direita. Foi na direita que ganhou um certo capital político no tempo da troika, quando apoiou o governo em exercício, mesmo não sendo do seu partido.
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Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
A discrepância dos resultados sobre a adesão à greve é demasiado ridícula para merecer comentário.
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