Marco Rubio foi à Conferência de Segurança de Munique fazer um discurso que parece ter “aliviado” os europeus. Não interessa muito insistir na essencial semelhança deste discurso com o de J.D. Vance no ano passado, que indignou os mesmos europeus. A diferença esteve no tom: em vez do estilo pai tirano, Rubio usou o do pai compreensivo. Indignação e alívio mostram como a Europa não consegue viver sem a protecção americana, mesmo sob Donald Trump. Existe (e poderá existir) uma força de defesa europeia credível? De que valem as beatitudes de Mark Carney sobre “estados médios”? Entrega-se a defesa da Europa à China, corolário lógico de quem propõe mais parecerias com ela do que com os EUA? Tudo castelos no ar ou asneiras.
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