O carácter fundamentalmente pessoal da eleição de António José Seguro para Presidente da República não levanta dúvidas. Essa característica vai além da falta de apoio, tão notada, do seu campo político e do seu próprio partido. No início disto tudo, a esquerda e o PS execravam-no com um afinco só reservado aos inimigos. Que o tenham acabado a embrulhar num incandescente esplendor de Luz, sem que ele tenha mudado quase nada face ao momento inicial, é uma vitória muito própria.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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