Com tanto voto fora de onde “devia” estar, a primeira volta das Presidenciais deixou o país político num estado de nevrose frenética. Mas vale a pena reafirmar o óbvio: não se vai decidir nestas eleições quem é o “líder da direita” ou o secretário-geral do PS, mas o futuro Presidente da República (PR). Colocadas as coisas assim, segue-se naturalmente a pergunta: qual dos candidatos presentes na segunda volta mais se adequa ao cargo? No sistema português, o PR não é um chefe de facção, mas um poder moderador (exercido de diversas maneiras, algumas das quais determinantes, como a dissolução do parlamento ou, mais dificilmente, demissão do Governo), que intervém para regular e equilibrar mecanismos políticos onde o parlamento e o Governo estão no centro. Traçado este perfil do cargo, é André Ventura a pessoa mais adequada para o exercer ou é António José Seguro? Parece-me que nem é preciso responder.
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Presidente da República não é chefe de facção, mas um poder moderador; intervém para equilibrar mecanismos políticos.
Comentar coisas na televisão não é suficiente para cativar votantes. Não é Marcelo quem quer
Afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários.
Para o bem e para o mal, a política externa de Trump ameaça ser a mais consequente desde Wilson, Truman e Reagan.
Seria fundamental que Mendes e Seguro passassem à segunda volta. Não entusiasma? Pois, mas é o que temos.
O Presidente tem um poder discricionário fundamental, o qual é o de dissolver o parlamento.
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