Luciano Amaral
Professor universitárioNão foi preciso esperar muito para ver o “corolário Trump” da velha “Doutrina Monroe” de 1823 (ou “Donroe”, por trocadilho do próprio Trump) ser posto em prática. Embora a captura de um presidente em exercício, como agora Nicolás Maduro da Venezuela, não tenha precedentes, o mesmo não é verdade para este tipo de operação, como o mostram a captura de Manuel Antonio Noriega (não era presidente, mas o líder militar de facto) pelo presidente George W.H. Bush no Panamá em 1989-90, ou a tentativa falhada de captura de Pancho Villa (o guerrilheiro que controlava o México revolucionário) em 1917 pelo presidente Woodrow Wilson.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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