A escolha é difícil, mas lá teremos de votar em alguém para Presidente da República (PR). A dificuldade não resulta da qualidade dos candidatos, mas do contrário. O motivo para nos vermos chegados a este ponto foi a falta de comparência dos candidatos naturais da esquerda e da direita: António Costa escolheu os pastos mais verdes da União Europeia, Pedro Passos Coelho a postura de reserva da nação, aparecendo e desaparecendo um pouco conforme lhe apetece e, visivelmente, não lhe apetece ser PR.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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