O que se está a passar nos subúrbios em França deve servir de alerta a quem, em Portugal, tem a função de definir as políticas que, nas diversas dimensões, visam garantir a paz: segurança; economia; integração; saúde; habitação; mobilidade; etc. Por cá também existem essas zonas urbanas sensíveis, com juventude maioritariamente perdida na delinquência, crime e comportamentos antissociais, que são barris de pólvora prestes a explodir. É difícil antecipar o que poderia acordar aqui o espoletar de um rastilho como foi, nos arredores de Paris, a morte de Nahel por um disparo da polícia. Mas há mais a somar para que tenhamos uma sociedade cada vez mais no fio da navalha. Desde o galopar dos juros, que deixa sem soluções os mais desfavorecidos e empurra para baixo a classe média que ainda sobrava das crises anteriores; à tragédia que é conseguir um atendimento digno nos centros de saúde e hospitais. Aqui, os profissionais no fim da linha são os que, sem culpa, apanham com a revolta dos utentes. Nas ruas, com o acumular de todas as frustrações e falta de futuro, as ‘favas’ são descontadas em cima dos polícias - mas convém não não esquecer que até estes têm as suas queixas justas.
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