Parte essencial da cozinha faz-se de saudades. Outro dia, em Gouveia (aliás, em Melo, freguesia onde nasceu Vergílio Ferreira – mas eu estava a evitar dizer que tinha ido a Gouveia e Melo), comi feijocas. A feijoca é uma memória rara e que todos os anos recomendo que se compre naquelas latitudes e naquelas altitudes, entre Gouveia e Manteigas, de Seia a Caria. À mesa, tivemos de explicar a um amigo brasileiro o que era a feijoca e por que razão o feijão preto não é o centro do mundo – mas que talvez a feijoca se aproxime do seu marco geodésico: branca, de uma brancura cristalina e gorda, amanteigada, suave como um puré de cherovia (aquilo que alguns chefs chamam ‘pastinaca’, levantando os olhos até serem apenas esclerótica) mas com aquela pele maquilhada durante a cozedura.
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