Há poucas semanas foi divulgado um relatório da OCDE sobre recursos do ensino superior e ciência em Portugal. É muito estranho que apenas uma das 33 recomendações contidas no relatório diga respeito aos recursos humanos. Os peritos da OCDE preocuparam-se com modelos de financiamento e distribuição de verbas entre instituições, mas ignoraram por completo a deterioração das condições de emprego dos investigadores e professores de ensino superior.Para que todos os estudantes tenham oportunidade de estudar, os professores ensinam, frequentemente, em horário noturno e ao fim de semana, ainda que não recebam qualquer tipo de compensação simbólica ou monetária por isso. Tornar as cargas horárias dos académicos mais flexíveis só faz sentido para reduzir os seus níveis de stress e facilitar a conciliação entre vida profissional e familiar.
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