O cargo de Presidente da República (PR) é o mais estranho do sistema político português: com grande legitimidade política, já que é eleito por sufrágio universal (tal como o parlamento), não tem poderes executivos nem legislativos directos, i.e. não governa nem produz leis. Mas, por causa da sua legitimidade democrática, tem grande influência sobre o “ambiente” em que funcionam governo e parlamento. E depois tem um poder bastante livre para dissolver o parlamento. Na falta de poderes muito concretos, tem grande capacidade de influência. É, portanto, o cargo mais interpretativo do sistema.
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Esta Constituição tem várias coisas a recomendá-la.
Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
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