As comemorações do 25 de Abril têm sido, nos últimos anos, uma mera formalidade para cumprir calendário. Portugal mudou há mais de cinco décadas, mas nos últimos anos o povo foi ficando mais triste, mais pobre e mais pessimista. Poucos acreditam que as nossas vidas podem melhorar a curto/médio prazo. Tivemos há pouco tempo um Governo novo, mas otimismo nem vê-lo. Vamos para mais uma eleição, vemos os debates dos líderes dos partidos políticos e chegamos a uma conclusão: há um vazio de ideias assustador. Parece que o que conta é perceber quem grita mais alto e faz mais barulho. É desta forma que se esconde um certo conformismo em cada um dos partidos que quer governar o País. E é com uma democracia frágil que as minorias também se ouvem mais alto. Ontem, no Martim Moniz, em Lisboa, assistimos a mais um triste espetáculo, onde mais do que uma celebração ficou demonstrado que o ódio e o extremismo estão cada vez mais presentes na nossa sociedade. Agressões, detenções, polícias feridos e assim se escreve mais uma página negra em português. Foi muito feia a festa, pá!
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Lobo Antunes, entre vários outros caminhos, conseguiu captar muitas características da sociedade portuguesa.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
A crise petrolífera provocada por este ataque ao regime desprezível dos aiatolas tem um impacto.
Formação da gerigonça de direita violaria o compromisso eleitoral.
O Irão projetou no seu ideal geopolítico a destruição pura e simples do Estado de Israel.
Braga é distrito onde há uma desproporcionalidade entre eventos desportivos e efetivo policial.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos