Carlos Anjos
Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de CrimesA Polícia Judiciária realizou ontem uma operação para identificação e eventual detenção dos responsáveis pelo incêndio e ataque direto, com ‘cocktails molotov’, a um autocarro da Carris em Sto. António dos Cavaleiros, tendo quase tirado a vida ao motorista. Estes factos ocorreram durante a onda de tumultos pela morte de Odair Moniz. Estão em causa crimes de homicídio na forma tentada, incêndio e dano qualificado. Os suspeitos, todos penalmente imputáveis, mas muito jovens, estariam já referenciados por ligações à criminalidade juvenil. Era do domínio público o conhecimento do crescimento da criminalidade juvenil na área da Grande Lisboa. Os gangs iam-se multiplicando em todos os concelhos, e a violência dos seus membros não parava de aumentar. A morte de Odair Moniz foi o detonador para o que se seguiu. Mas sejamos claros: a onda de violência e destruição que se seguiu nada teve a ver com essa morte. Teve a ver com criminalidade pura. Aproveitaram o ocorrido para impor a sua vontade, para mostrarem a sua força em atos de puro vandalismo. Diziam que eram os donos do território, que nada os podia deter e que não tinham medo de ninguém. Afinal, não era bem assim. Esta operação da PJ é a reposição do Estado de Direito, já que ninguém pode estar acima da lei.
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