A cultura tem sido um dos setores da economia mais afetados pela pandemia, com estudos a nível europeu a apontar para uma quebra de receitas na ordem de 31% no ano de 2020. Em fevereiro, a Ministra da Cultura anunciou, como forma de resposta, o lançamento de uma "raspadinha da cultura", cujos lucros reverteriam para o setor. É um erro.
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Este aproveitamento miserável de uma situação de calamidade pública clama por justiça.
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No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
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